Os artigos anteriores mostram o que o cliente vê. Este mostra o que acontece dentro do Vendelo enquanto a conversa corre: como o assistente decide que aquele contato pode cotar em nome de um cliente, como o atendimento anda no funil, como a oportunidade é qualificada e o que exatamente fica gravado na oportunidade para o consultor. É a leitura para quem vai implantar o produto e para quem precisa auditar o que o robô fez.
Índice
Permissão: o contato autorizado
Esta é a pergunta que todo gestor faz: “como um e-mail qualquer consegue gerar cotação e pedido em nome da minha empresa cliente?”. A resposta é que não consegue — e o mecanismo tem duas travas independentes.
Posse do e-mail — o código de 6 dígitos prova que quem está no chat controla aquela caixa de entrada. Isso autentica a pessoa.
Vínculo no cadastro — o e-mail confirmado precisa constar como contato do cliente no Vendelo. Isso autoriza a pessoa a agir por aquele cliente.
A segunda trava é o que importa aqui. O assistente consulta o cadastro do parceiro de negócios e procura o e-mail confirmado entre os itens de contato dos contatos vinculados (os campos de contato do tipo e-mail, no cadastro de contatos do cliente). Só há autorização se houver correspondência exata.
Quem controla a permissão é o seu cadastro — não existe uma lista de permissões paralela no assistente. Para autorizar alguém a comprar em nome de um cliente, basta incluir a pessoa como contato daquele cliente no Vendelo, com o e-mail dela. Para revogar, remova o contato. O efeito é imediato: a verificação acontece a cada seleção de cliente.
De onde vem a lista de clientes que o usuário vê
Quando o contato verificado abre um novo atendimento, o widget de seleção não mostra “todos os clientes”: ele lista apenas os cadastros que têm aquele e-mail como contato. É por isso que, no artigo de identificação, o mesmo e-mail aparecia vinculado a dois cadastros (uma pessoa jurídica e uma física) — porque estava cadastrado como contato dos dois.
A consulta é feita pelo e-mail, no servidor, com o token de serviço. Um identificador de cliente forjado por quem estivesse manipulando o navegador simplesmente não é encontrado: o assistente só resolve cadastros a partir da mesma lista vinculada àquele e-mail.
Cliente novo cadastrado pelo chat
No fluxo de cadastro de cliente novo, o formulário já traz o e-mail verificado preenchido como e-mail do contato. O cadastro nasce, portanto, com o solicitante como contato autorizado — não há um passo extra de liberação. É coerente: quem cadastrou o cliente é o contato daquele cliente.
Usuários licenciados do Vendelo
Há uma terceira verificação, voltada ao seu modelo de licenciamento: por padrão, um e-mail que pertence a um usuário cadastrado do Vendelo é recusado como contato de cliente no SDR. A ideia é impedir que um vendedor use o chat como atalho para o sistema, contornando a licença. Isso é configurável na implantação, para operações em que o comportamento desejado seja o oposto.
O que acontece sem autorização
Quando o e-mail é válido mas não é contato do cliente, o assistente não trava a conversa: ele restringe o que pode fazer. A autorização é uma chave que abre portas específicas.
| Recurso | Sem autorização | Com autorização |
|---|---|---|
| Conversar / tirar dúvidas | Liberado | Liberado |
| Ver catálogo (nomes, fichas, fotos) | Navegação pública | Liberado |
| Preço e estoque | Bloqueado | Liberado |
| Cotação | Bloqueado | Liberado |
| Pedido | Bloqueado | Liberado |
| Falar com consultor | Liberado | Liberado |
Preço é bloqueado junto com cotação — e isso é proposital. Preço B2B é informação comercial protegida: o preço do cliente A não pode vazar para alguém que não representa o cliente A. Sem a autorização, o assistente nem carrega a política de preços; os itens aparecem sem valor.
O caminho quando falta autorização — o assistente não deixa o cliente na mão: limita a navegação ao catálogo público e encaminha a demanda de cotação ou pedido para um consultor humano, com o contexto já registrado. Nenhuma porta se fecha sem uma alternativa.
Avanço no funil
Cada conversa é uma oportunidade (Deal) no Vendelo, e ela caminha sozinha pelo funil conforme o atendimento evolui. São oito marcos:
Interesse Identificação Apresentação de produto Qualificação Cotação Pedido Contato humano Arquivado
Como o marco é decidido
Ao final de cada turno da conversa, o assistente calcula o estágio esperado a partir do estado real do atendimento — não do que o modelo de IA “acha”. É uma regra determinística, avaliada de cima para baixo; a primeira que casar vence:
| Se… | Estágio |
|---|---|
| o atendimento foi transferido para um consultor | Contato humano (vence todos os outros) |
| existe pedido gerado | Pedido |
| existe cotação salva | Cotação |
| houve interesse registrado em algum item (viu, abriu detalhe, adicionou ao carrinho) | Apresentação de produto |
| o cliente foi identificado | Apresentação de produto |
| o e-mail foi confirmado | Identificação |
| nada disso ainda | Interesse |
Três garantias do mecanismo
- Nunca regride — o avanço só ocorre se o estágio calculado estiver à frente do atual na ordem canônica do funil. Uma oportunidade em Pedido não volta para Cotação porque o cliente mandou uma mensagem qualquer.
- Idempotente — se o atendimento já está no estágio esperado, nenhuma alteração é enviada ao Vendelo. Não há atualização repetida a cada mensagem.
- Nunca atrapalha o cliente — o avanço acontece depois de responder ao usuário e, se a chamada ao Vendelo falhar, o erro é silencioso. O funil pode ficar um passo atrasado; a conversa não quebra.
Etapas puladas não são preenchidas depois — se o cliente foi do primeiro contato direto à cotação, sem passar por qualificação, o funil registra o que de fato aconteceu. O assistente não inventa um histórico de etapas que não existiram.
Quando o funil não está todo mapeado
Nem toda empresa tem os oito estágios no seu funil. A implantação associa cada marco a um estágio real do seu Vendelo; quando um marco não tem estágio configurado, o assistente procura o próximo marco à frente que tenha. Um funil enxuto com apenas “Cotação” e “Pedido” funciona: os marcos iniciais caem no primeiro estágio configurado adiante.
O funil por dentro do Vendelo
Teoria à parte, é assim que aparece no CRM. O painel abaixo é o funil real de uma empresa de demonstração, com atendimentos criados pelo assistente convivendo com os da equipe:
Repare em duas coisas. Primeiro: os estágios têm os nomes da empresa — Contato, Apresentação, Proposta, Negociação, Pedido, Aguardando retorno, Arquivamento —, não os marcos do assistente. A implantação faz a ponte entre um e outro:
| Marco do assistente | Estágio neste funil |
|---|---|
| Interesse · Identificação | Contato |
| Apresentação de produto · Qualificação | Apresentação |
| Cotação | Proposta |
| Pedido | Pedido |
| Contato humano | Aguardando retorno |
Vários marcos podem cair no mesmo estágio — neste exemplo, Interesse e Identificação apontam ambos para “Contato”, e o marco Arquivado sequer foi mapeado (por isso a coluna Arquivamento fica vazia). O funil da empresa manda; o assistente se adapta.
Segundo: os atendimentos que foram transferidos para consultor pararam em Aguardando retorno, enquanto os que viraram pedido estão em Pedido — exatamente a regra de precedência descrita acima, sem ninguém mover card.
O que o card mostra
Ao expandir um card, o gestor vê de onde o negócio veio e o que ele vale — sem abrir a oportunidade:
- Prioridade: Alta — é o nível de interesse, que este atendimento ganhou por ter virado pedido.
- Fonte: SDR Supreme — identifica na origem tudo que nasceu no assistente. É o filtro que separa o resultado do canal digital, e pode ser mais específico que isso: links de campanha por rede social carimbam a origem exata (Instagram, LinkedIn, YouTube…) neste mesmo campo. Como gerar esses links está em Divulgue seu SDR: links, botões e incorporações.
- Contato: Carlos Pereira — o contato autorizado que conduziu a conversa.
- Vendedor e Filial — atribuídos conforme as regras de roteamento configuradas.
Qualificação e nível de interesse
A oportunidade carrega três campos de classificação, preenchidos pelo assistente:
| Campo | Valores | Significado |
|---|---|---|
| Qualificado | sim / não | Marca a oportunidade como qualificada no funil. |
| Nível de interesse | BAIXO / MÉDIO / ALTO | Intensidade da intenção demonstrada. |
| Origem do contato | CHAT | Sempre CHAT — identifica o que veio do assistente. |
A régua é o documento, não a conversa
Aqui está a decisão de projeto mais importante: a qualificação não é opinião do modelo de IA. Ela é derivada de fatos comerciais consumados — o que o cliente fez, não o que ele disse:
Cotação salva — qualificado, interesse MÉDIO. O cliente chegou a formalizar um orçamento: passou de curioso a comprador em potencial.
Pedido gerado — qualificado, interesse ALTO. Comprou.
Pedido cancelado — desqualificado, interesse BAIXO. O sinal de compra foi desfeito, e o funil reflete isso.
Só consultou nota fiscal — desqualificado, interesse BAIXO, e o atendimento é arquivado. Ver a seção a seguir.
No CRM, esses três campos vivem na aba Classificação da oportunidade, e a marcação de qualificado também aparece na aba Conclusão, junto ao valor potencial e ao percentual de fechamento:
Por que isso importa — um lead marcado como “interesse alto” no seu funil significa que existe um pedido real por trás. Não é um robô entusiasmado interpretando um “achei interessante” do cliente. O time comercial pode confiar na régua para priorizar a fila.
Enquanto nenhum desses eventos acontece, a classificação não é alterada: o assistente preserva o valor que a oportunidade já tinha. Se um vendedor qualificou o lead manualmente no Vendelo, uma conversa nova no chat não desfaz esse trabalho.
Quem só veio buscar a nota
Nem todo mundo que abre o chat quer comprar. Uma parte grande — e crescente, depois que o cliente descobre o recurso — entra só para pegar a segunda via de um boleto ou o PDF de uma nota. É atendimento legítimo e resolvido em segundos, mas não é oportunidade de venda.
Quando o atendimento termina assim — consultou nota, não pediu produto, não montou carrinho, não cotou —, o assistente arquiva a oportunidade automaticamente:
| O que acontece | Valor |
|---|---|
| Situação da oportunidade | Perdida, com data de fechamento preenchida |
| Motivo | “Apenas consulta do histórico de compras/nf, sem intenção comercial.” |
| Estágio | O estágio de arquivamento do seu funil |
| Classificação | Desqualificado, interesse BAIXO |
Por que isso protege o seu número. Se cada segunda via virasse uma oportunidade aberta, o funil encheria de negócios que nunca foram negócios. A taxa de conversão do canal digital despencaria — não porque o canal vende mal, mas porque o denominador estaria contaminado. Pior: a fila de follow-up encheria de gente que só queria um PDF, e o time gastaria ligação com quem não tem nada para comprar. O assistente resolve, registra que resolveu, e sai do caminho.
O motivo de perda é criado sozinho. Como o estágio final do funil exige um motivo, o assistente procura no seu Vendelo um motivo de perda com essa descrição e, se não existir, cria uma vez e reutiliza dali em diante. Você não precisa cadastrar nada antes — e, se preferir outra redação, ela é ajustável na configuração.
E se o cliente mudar de ideia?
O atendimento volta sozinho. O arquivamento não é uma porta que tranca: é um estado de repouso. Dois gestos reabrem a oportunidade:
Pedir produto ou catálogo — a oportunidade reabre e vai para apresentação de produto.
Partir para cotação ou pedido — reabre e vai direto para a etapa correspondente.
Ao reabrir, a situação volta para aberta, a data de fechamento é limpa e o estágio de arquivamento sai do caminho — sem perder nada da conversa, do cliente identificado ou do histórico. Para o cliente, é transparente: ele só pediu um produto e o assistente atendeu.
Só interesse comercial reabre. Pedir outra nota, gerar mais um boleto ou continuar conversando sobre o histórico não reabre a oportunidade — e é isso que se quer. Um cliente que baixa cinco boletos seguidos continua sendo um cliente que baixou cinco boletos, não cinco oportunidades de venda.
Resumo executivo na oportunidade
Toda oportunidade criada pelo chat carrega um resumo executivo — o campo que o consultor lê para entender o atendimento em 15 segundos, sem abrir a conversa. Na oportunidade do Vendelo ele aparece na aba Classificação, com o nome “Resumo publico SDR”, e é o mesmo texto que o cliente vê ao retomar um atendimento no chat.
A estrutura do resumo
O texto é gerado em Markdown, com quatro blocos fixos:
| Bloco | Conteúdo |
|---|---|
| Visão geral | Narrativa: quem iniciou, com que intenção, qual o cliente, a interação mais recente, o estado dos documentos e o evento que gerou a atualização. |
| Situação atual | Onde o atendimento parou (ex.: “cotação aberta aguardando revisão”, “pedido ativo; alterações automáticas bloqueadas”, “aguardando resposta do usuário”). |
| Próxima ação recomendada | O que fazer a seguir (ex.: “revisar cotação e perguntar se deseja enviar, ajustar ou converter em pedido”). |
| Dados-chave | Lista objetiva: solicitante, canal confirmado, cliente, objetivo, etapa atual, classificação, intenção inicial, últimas interações, lista de preço, condição de pagamento, moeda, endereço de entrega, voucher, cotação e pedido com status, link de pagamento, carrinho e pendências de recálculo. |
Regenerado, não acumulado
A cada evento comercial relevante — cotação salva, pedido gerado, pedido cancelado, transferência para consultor, avanço de etapa — o resumo é reconstruído inteiro a partir do estado atual e substitui o anterior. Não é um log que cresce: é uma fotografia sempre atual.
A consulta por anexo também é um desses eventos: quando o cliente envia uma lista de compras em arquivo, a visão geral registra o arquivo e o placar da análise (quantos itens foram identificados, encontrados no catálogo e exibidos), e o arquivo original entra nos anexos da oportunidade — o consultor confere a intenção de compra na fonte e ajuda com o que o assistente não encontrou. Se a política de anexos do Vendelo recusar o tipo do arquivo, o motivo fica no registro interno (abaixo) e a análise para o cliente segue normalmente.
O motivo é prático — um campo que só acumula blocos vira um paredão que ninguém lê, e o consultor acaba confiando em informação defasada do topo. Regenerando, a primeira linha é sempre a verdade de agora.
Dois cuidados finos que valem menção:
- A etapa atual vem do documento real — pedido vence cotação, que vence carrinho. O rótulo do planejador interno fica naturalmente “uma etapa atrás” (ele descreve o próximo passo planejado), então o resumo usa o documento como fonte de verdade.
- Gravar o resumo nunca invalida a venda — a persistência é best-effort: se o Vendelo recusar a atualização do resumo, a cotação ou o pedido já salvos continuam de pé. Documento comercial não se perde por causa de texto.
O resumo respeita o idioma do atendimento: português, inglês ou espanhol, com datas no fuso configurado (por padrão, horário de Brasília).
Registro interno: interesses e histórico
Logo abaixo do resumo, na mesma aba, fica o campo “Alertas privados SDR” — o registro interno, que o cliente nunca vê e o consultor sempre pode auditar. Os dois campos são separados por um marcador invisível: o que está acima dele é o resumo exibível; o que está abaixo é o registro interno.
1. Interesses registrados
Cada interação do cliente com o catálogo vira um evento datado — até os 20 mais recentes, do mais antigo ao mais novo:
- visualizou — o item apareceu num resultado de busca ou comparativo
- abriu detalhes — pediu a ficha técnica
- abriu foto — viu a galeria
- adicionou ao carrinho / removeu do carrinho
- cotou — o item entrou numa cotação salva
- comprou — o item entrou num pedido
- bloqueado após pedido — tentou mexer no carrinho com pedido ativo
Cada linha traz data e hora, o item e a origem (resultado de busca, recomendação, manual ou sistema). É o mapa de interesse do cliente: o consultor vê o que foi olhado e descartado, não só o que foi comprado.
2. Histórico da conversa
As últimas 48 linhas do diálogo, do mais antigo ao mais novo, com data e hora. Não é a transcrição crua — passa por duas transformações antes de ser gravada.
3. Avisos operacionais
Eventos que a equipe precisa saber, mas que não devem interromper o cliente, também ficam aqui. O caso típico é o anexo recusado: se o cliente envia uma lista de compras num formato que a política de anexos do Vendelo não aceita, o arquivo não é arquivado na oportunidade — e o registro interno ganha uma linha com o nome do arquivo e o motivo da recusa. A análise da lista no chat acontece do mesmo jeito; o consultor apenas fica sabendo que o original não está nos anexos.
Sanitização: o que nunca é gravado
O registro é escrito para durar no seu CRM, então dados sensíveis são removidos antes de sair do assistente:
| Na conversa | No registro |
|---|---|
| Palavras como senha, password, token | [credencial omitida] |
| Sequências de 4 a 8 dígitos | [codigo omitido] |
| O código OTP de 6 dígitos | “confirmou o código de verificação” |
| O e-mail enviado sozinho | “informou o e-mail do solicitante” |
| Cliques em botões (dados técnicos do widget) | “selecionou o cliente X”, “selecionou a condição de pagamento Y”, “informou um voucher”… |
Na captura acima dá para ver as regras funcionando em sequência: o e-mail que o cliente digitou virou “informou o e-mail para confirmacao”, o código de 6 dígitos virou “confirmou o codigo de verificacao”, e cada clique em botão virou uma frase com o dado real escolhido — “selecionou o cliente Empresa Demo Supreme Ltda”, “selecionou o endereco de entrega Avenida Paulista, 1000 – CEP 01310100”.
Cliques viram frases, não JSON — quando o cliente toca num botão, o chat envia dados técnicos por baixo. Se isso fosse gravado cru, o consultor leria um amontoado ilegível. O registro traduz cada ação para uma frase em português, com o nome real do cliente, da condição de pagamento ou do endereço escolhido.
Linhas muito longas são cortadas em 360 caracteres. Se o conteúdo de uma linha for integralmente removido pela sanitização, ela vira [conteúdo omitido por segurança] — a marca fica, o dado não.
Parâmetros de implantação
| Parâmetro | Efeito |
|---|---|
| Estágios do funil | Associa cada um dos oito marcos a um estágio real do seu funil. Marcos sem estágio caem no próximo configurado à frente. |
| Avanço automático de funil | Liga ou desliga a movimentação da oportunidade. Desligado, os documentos continuam sendo criados, mas a oportunidade não muda de estágio sozinha. |
| Permitir usuários do Vendelo como contato | Desligado (padrão), recusa e-mails de usuários licenciados como contato de cliente no chat. |
| Roteamento para o vendedor da conta | Atribui a oportunidade ao vendedor dono da carteira do cliente, quando existe; caso contrário, ao vendedor padrão do canal. |
| Fuso horário | Formata as datas do resumo e do registro (padrão: horário de Brasília). |
| Retenção de sessões | Anonimização e expurgo dos dados de conversa por prazo, conforme a política de LGPD da empresa. |
Perguntas frequentes
Onde vejo esses campos na oportunidade do Vendelo?
Na aba Classificação: “Qualificado”, “Nível de interesse”, “Tipo de contato”, “Fonte” e, logo abaixo, os campos “Resumo publico SDR” e “Alertas privados SDR”. A marcação de qualificado também aparece na aba Conclusão, junto ao valor potencial.
Como separo, no funil, o que veio do assistente?
Pelo campo Fonte, que vem preenchido como “SDR Supreme” em tudo que nasce no chat. Ele aparece no card do funil e na aba Classificação, e serve de filtro para medir o resultado do canal digital.
Dá para saber de qual rede social veio o cliente?
Sim. Gerando um link de campanha por rede, a origem exata é carimbada no campo Fonte da oportunidade — e aí o funil responde quanto o Instagram, o LinkedIn ou o YouTube trouxeram de pedido. O passo a passo está em Divulgue seu SDR: links, botões e incorporações.
Preciso ter os oito estágios com os nomes do assistente?
Não. O funil usa os nomes da sua empresa — Contato, Proposta, Pedido, o que você já tiver. A implantação apenas associa cada marco do assistente a um estágio seu, e vários marcos podem apontar para o mesmo estágio.
Como autorizo alguém a comprar em nome de um cliente?
Inclua a pessoa como contato daquele cliente no Vendelo, com o e-mail que ela vai usar no chat. A verificação é feita a cada seleção de cliente, então o efeito é imediato — e para revogar, basta remover o contato.
Um contato consegue cotar para um cliente do qual não é contato?
Não. O widget de seleção só lista os cadastros vinculados ao e-mail confirmado, e a autorização é reconferida contra o cadastro antes de liberar preço, cotação e pedido. Não existe caminho pelo chat para agir por um cliente do qual a pessoa não é contato.
Por que o preço fica escondido para quem não é contato autorizado?
Porque preço B2B é informação comercial protegida — cada cliente tem a sua política. Liberar preço para um e-mail não vinculado exporia a tabela de um cliente a um terceiro. Sem autorização, o assistente nem carrega a política de preços.
O robô decide sozinho que um lead é “interesse alto”?
Não. A classificação é derivada de fatos: cotação salva marca interesse médio, pedido gerado marca interesse alto, pedido cancelado derruba para baixo. O modelo de IA não opina sobre qualificação.
Uma conversa nova desfaz a qualificação que meu vendedor fez à mão?
Não. Sem um evento comercial que mude a régua (cotação, pedido ou cancelamento), o assistente preserva a classificação existente na oportunidade.
A oportunidade pode voltar no funil?
Pelo avanço automático, não: ele só move para frente na ordem canônica. A exceção conceitual é a transferência para consultor, que tem precedência sobre os demais estágios por representar uma mudança de responsável pelo atendimento.
E se meu funil não tiver todos os oito estágios?
Funciona normalmente. Cada marco sem estágio configurado cai no próximo marco à frente que tenha um. Um funil com apenas “Cotação” e “Pedido” é suficiente.
O resumo executivo cresce a cada mensagem?
Não. Ele é regenerado por inteiro a partir do estado atual e substitui o anterior a cada evento comercial. O campo é sempre uma fotografia do agora, não um log acumulado.
O cliente vê o registro interno?
Não. Um marcador invisível separa o resumo exibível do registro interno, e o chat mostra apenas a parte pública. Interesses e histórico ficam disponíveis somente para quem abre a oportunidade no Vendelo.
Senhas e códigos ficam gravados no histórico?
Não. Antes de gravar, o assistente substitui credenciais por [credencial omitida] e sequências numéricas de 4 a 8 dígitos por [codigo omitido]. O código de verificação vira a frase “confirmou o código de verificação”.
Se o Vendelo estiver fora do ar, perco a cotação?
A cotação e o pedido são o próprio documento no Vendelo — se ele não responde, o documento não é criado e o assistente avisa. Já a gravação do resumo e o avanço de funil são best-effort: falham em silêncio sem invalidar um documento já salvo, e o atendimento segue.
Próxima leitura
O assistente como app na tela inicial (white label) — Com o app fidelizando quem já chegou, feche a série trazendo mais gente: como publicar o assistente no site, gerar links de campanha por rede social e botões de compartilhamento.